
PROCEDIMENTOS MINIMAMENTE INVASIVAS PARA DOENÇA DEGENERATIVA LOMBAR
É importante salientar que a grande maioria dos pacientes que sofrem de doença degenerativa lombar se beneficia de tratamento conservador bem realizado (90 a 95%) através de medidas conservadoras ou não cirúrgicas (anti-inflamatório, analgésico, fisioterapia, etc.), porém, de 5 a 10% desses pacientes poderão não obter melhora das dores com medidas conservadoras e assim, necessitar de algum tipo de procedimento cirúrgico; que deve ser feito preferencialmente por técnicas minimamente invasivas, tais como a rizotomia percutânea por radiofrequência, hidrodiscectomia (SpineJet), discectomia e descompressão endoscópica e estabilizações dinâmicas. Esses procedimentos menos invasivos são muito efetivos quanto bem indicados, executados e acompanhados, com vantagem de serem menos invasivos e permitirem rápida recuperação

aspecto esquemático da “Pirâmide da doença degenerativa lombar”. Note que a artrodese ocupa o ápice da pirâmide – a grande maioria das doenças degenerativas quando não melhoram com o tratamento conservador, podem ser resolvidas por técnicas minimamente invasivas.
